Lucro do FGTS já tem data para ser distribuído em 2022

Os lucros do fundo de Compensação de Desligamento (FGTS) deste ano serão distribuídos aos empregados que contiverem saldo em conta vinculada ao fundo até 31 de dezembro de 2021.

Basta que o Conselho Curador do FGTS libera os pagamentos para as transferências a serem realizadas. Lembre-se de que, de acordo com os regulamentos o lucro deve ser remetido aos funcionários certos antes do final de agosto.

O título ilustrativo, a receita do FGTS é um tipo de responsabilidade que o governo federal impõe aos trabalhadores temporários. Quando o saldo do titular não se move O governo vai usar o dinheiro como um empréstimo.

Normalmente, esses valores se aplicam a projetos públicos como obras de habitação, infraestrutura e saneamento básico. À custa do empréstimo, ao retornar para a conta do assalariado ocorrerá um lucro.

Até o momento, os números de receita para 2021 ainda não foram anunciados. No entanto, considerando o valor distribuído no ano passado para 2020 (R$ 8,129 bilhões), é possível estimar o novo valor que o desvio é pequeno.

Quando os lucros do FGTS serão transferidos em 2022?

Conforme mencionado acima, os lucros do FGTS devem ser pagos até 31 de agosto de cada ano. Em 17 de agosto de 2021, o valor da receita para 2020 foi anunciado.

O calculo do rendimento é baseado em uma correção de 3 % de acordo com a lei. No entanto, apenas parte dos ganhos totais são repassados ​​ao trabalhador. No ano passado, 190 milhões de contas renderam dinheiro. A expetativa é de que o valor seja semelhante este ano.

No entanto, mesmo que o empregado aufira o lucro do FGTS em sua conta, ele poderá ser sacado com o saldo total da conta. Nesse caso, os preços podem ser acessados ​​nos casos específicos previstos em lei, alguns dos quais são:

  • Demissão injusta;
  • Rescisão por recíproco acordo (até 80 % do saldo devedor);
  • Rescisão de contrato com prazo determinado;
  • Rescisão por culpa recíproca ou força maior;
  • Despedimentos em caso de insucesso empresarial;
  • Após 3 anos consecutivos de desemprego (não registado);
  • Se aposentar;
  • Aos 70 anos;
  • Ao comprar uma casa
  • Além de pagamentos por imóveis adquiridos por meio de associações ou além de pagamentos por imóveis financiados com recursos financeiros (SFH).
  • Com doença grave (HIV e cancer);
  • Em situações em que as pessoas estão em apuros;
  • Em caso de falecimento de funcionário (A retirada recai sobre o herdeira legal).

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