Governo quer lançar novos cartões ligados ao auxilio brasil

Famílias que já haviam cadastro em outros projetos do governo agora terão como substituto o auxílio Brasil. Porém, para receber o auxílio será necessário ter um cartão. Assim, o Governo Federal junto ao Ministério da Cidadania, buscando modernizar a forma das famílias utilizarem os valores do programa auxilio brasil recebidos em conta poupança digital, iniciam na primeira semana de julho a entrega dos novos cartões do Auxílio Brasil, que serão confeccionados com chip e habilitados para uso em compras na função débito, ou seja, os usuários do Auxílio Brasil poderão usar o cartão para comprar itens em um mercado, por exemplo, e o saldo será subtraído da conta a cada compra, já que o cartão atual do antigo Bolsa Família apenas permite o uso do benefício em movimentações simples da conta em caixas eletrônicos.

Contudo, não existirá parcelamento das compras, pois estamos falando de um cartão de débito, e não da função crédito, ele será gerado automaticamente em nome do responsável familiar e será enviado para o endereço informado no cadastro da família.

Apesar de ter havido a troca do nome do programa e de algumas mudanças nos critérios o Auxílio Brasil segue as mesmas bases do Bolsa Família. Porém, a principal diferença entre os benefícios é a intenção do governo de ampliar a verba para o programa, o que representa um forte aumento na cobertura, subindo de 13 milhões de famílias no início da pandemia para 18,1 milhões estes anos. O valor médio do benefício também subiu de aproximadamente R$ 227 – com correção devido a inflação- para R$ 409,51.

Especialistas afirmam que apesar do número recorde da renda transferida, o modelo adotado no Auxílio Brasil poderia ser mais eficiente. No programa de Bolsonaro, o valor mínimo é de R$ 400, o que independe do tamanho da família, pois antes, o número de filhos matriculados e frequentando escola Influenciava no valor. Hoje, para ter direito de acesso no Auxílio Brasil, o Cadastro Único (que reúne o público de programas sociais) considera como em condição de extrema pobreza, pessoas com renda mensal de R$ 105 por membro da família, e pobreza, rendimentos entre R$ 105,01 e R$ 210.

Conclusão

A CNM (Confederação Nacional de Municípios) informou em estudo que há 1,3 milhões de famílias aguardando pelo Auxílio Brasil. Esse dado aparentemente é diferente do número oficial do Ministério da Cidadania porque a CNM considera os pedidos de quem está no Cadastro Único e se encaixa nos critérios do programa, mas os cadastros já foram verificados estão oficialmente aprovados para entrar no programa.

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